25 de abril de 2011

Carta a um nascituro II

Passaram-se dois meses da última carta... Noto que passei um bom tempo sem lhe escrever e, antes de qualquer coisa, confesso-lhe que a ansiedade de saber qual o seu sexo deu lugar a certeza de que sua mãe, pro resto da vida, estará em plena segurança e companhia de dois homens: seu pai e você.

No dia em que nos foi revelado que você era um meninão, eu, sua mãe, sua dindinha Monica e sua vó Tânia ficamos agradecidos a Deus por perceber que tudo estava em ordem com seu corpinho, assim como contagiados e emocionados ao ouvir o pulsar acelerado de seu coraçãozinho, isso sem esquecer o momento divertido de quando a Dra. Vanessa nos apontou o seu piu-piu. Maravilhosas lembranças.

Diversos amigos, tanto de papai quanto de mainha, nos deram parabéns por sua chegada. Você ganhou inúmeros presentes e certamente percebeu o tamanho da felicidade de sua mãe com todo o carinho dispensado à sua chegada. Por falar nela, acredite que ela inventou uma fala sua, meio que um bordão, que o Tio Eduardo adora imitar: "Oia papai!".

Matheus! Escolhemos esse nome para você, filho. Especialistas dizem que significa presente de Deus, conceito bem apropriado para o momento em que foi concebido e, principalmente, para o instante em que aportou em nosso lar, reforçando não só em número a nossa família, mas, sobretudo, adicionando muito amor e união.

Estamos a sua espera.

Te amo hoje, ontem, amanhã e sempre.