24 de dezembro de 2009

É natal! Feliz Natal!

Mais um ciclo está prestes a se fechar, ou melhor, mais uma volta na espiral da vida está próxima de se completar, por isso, importante se faz observar os momentos vividos para inseri-los no rol da experiência. Mas o tema é Natal...

Natal é sinônimo de presentes, mesa farta, troca de saudações, carinho, amor, solidariedade, união, congregação, afabilidade... Não é somente isso...

O despertar para a essência natalina é primordial para que se possa entender esse momento tão peculiar de todo ano. Sabe-se que se trata de uma data cristã e, simultaneamente, um instante de maiores lucros para o universo capitalista, contudo, JAMAIS se pode olvidar da importância e do significado do nascimento do Cristo para a humanidade.

A vinda do Cristo teve como objetivo precípuo IMPLANTAR E DIVULGAR O AMOR NAS RELAÇÕES HUMANAS quando as barbáries, arbitrariedades, atrocidades, desumanidades eram condutas comuns.

De lá para cá o amor vem se proliferando, isso não se pode negar, mas a busca incessante de seu predomínio deve ser objetivo de todos, uma vez que o mundo material não passa de uma fase necessária para a evolução de nosso espírito, e somente este carrega e reflete a essência e o aprendizado de cada um.

Natal é bem mais que aquilo tudo que nos preparamos - presentes e festas -, é buscar elevar nossos pensamentos e, mormente, refletir se fomos agente implantadores e divulgadores do amor.

Um feliz Natal a todos e que mais esse instante seja exemplo e motivo para buscar a superação interior

14 de dezembro de 2009

Oração: alimento do espírito.

É indiscutível a essencialidade da alimentação para a sã manutenção de nosso corpo físico. Tão verdade é a assertiva alhures que, para aqueles que têm o privilégio de comer três vezes ao dia, essa necessidade já se torna hábito e praticamente é realizada de maneira mecânica.


E a oração? Quantas vezes oramos durante o dia? Nosso espírito precisa de uma fonte de energia... Após belas palavras de um espírito em evolução mais lapidado que o meu, relembrei-me que a oração é essencial alimento para o espírito, pois, indiscutível é que o corpo se movimenta em razão da existência de um espírito que o anima, e se a força que o impulsiona não está equilibrada, os reflexos se farão presentes no corpo físico.


Não se trata unicamente de causa e efeito, de troca de favores entre espírito e corpo.


Alimentando o espírito assiduamente por meio da oração, assim como fazemos frequentemente com o nosso corpo, certamente estaremos criando um envoltório protetivo que servirá não só para os momentos terrestres, mas para o além-vida.


Oração é o verdadeiro alimento para o homem, para o espírito.


Superando a inoportuna injustiça

Não é novidade que em alguns assuntos de minha intimidade sou totalmente restrito... Há explicação? Como tudo na vida, penso que há fatos motivadores para ensejar esses bloqueios, os quais são bem presentes nos instantes em que cogito a divisão de alguns pontos pessoais com aqueles que prestigiam esse canto. Assim sendo, espero que entenda minhas palavras abaixo.


De certa maneira não há como negar a sensação de injustiça que carrego há alguns meses, a qual, lamentavelmente, foi agravada no último dia 09/12. Não se trata de uma situação da qual não houve uma cooperação particular (infelizmente houve participação minha), mas, indiscutivelmente a maior parcela da aplicação da injustiça foi praticada por aqueles que deveriam agir/proceder com justeza.


Contraditório? Talvez sim, mas entendo que há interesses maiores por trás da injustiça experimentada por mim e por alguns milhares de aspirantes à profissionais do Direito, os quais JAMAIS poderiam imaginar que tal situação seria perpetrada justamente por aqueles que serão nossos representantes de classe. O que pensar? Fazendo uma comparação com um dos institutos do Direito Penal (bem apropriado ao presente caso de repercussão nacional, mas foge à sua esfera), atesta-se que houve flagrantemente a prática de um crime comissivo por omissão, o qual, singelamente explicando, é caracterizado quando o agente tem o dever legal de praticar uma ação positiva (agir) e pratica uma ação negativa (omite-se).


É inegável que a penitência maior foi imposta àqueles que foram sentenciados por um comando obscuro, omisso, induzidor a erro, revestido de má-fé e pretensões protecionistas, o qual, inclusive, NÃO POSSUÍA UMA MEDIDA PROCESSUAL CABÍVEL PARA A RESOLUÇÃO DE TODAS AS QUESTÕES SUSCITADAS... Não é só esse mero bacherel que sustenta esse entendimento, mas, de maneira mais respaldada e significativa, Juízes, advogados, doutrinadores e até ex-ministro do TST e um dos pais da CLT.


Diante de equívoco tão flagrante, o que fazer? O mais sensato, reto e coerente seria o agente violador levar em consideração toda a problemática levantada e buscar uma solução que visasse à desconstiuição ou à compensação do infortúnio de grande representatividade proporcionado. Adivinhe o que aconteceu? Nada! Bobagem nos dias atuais esse negócio de sensatez, coerência ou qualquer outra palavra que se remeta à organização, à ORDEM, pois as bases de uma instituição devem ser eternamente sustentadas, ainda que para essa manutenção tenha de se violar os direitos e interesses de muitos cidadãos que só buscavam ter a liberdade de exercer a profissão escolhida.


Malgrado as sensações de injustiça desaprumarem a razão tão bem quista e bem-vinda em tempos de escassez de ética, a crença de que tudo será suplantado é o melhor combustível para alimentar a força da vitória de conseguir driblar condutas inadequadas movidas por interesses, as quais, cedo ou tarde, se farão explícitas como em tudo que se busca esconder de essência irregular. As meias e cuecas é quem o digam...


Superando a inoportuna injustiça estou a seguir, todavia a justiça para os injustiçados se fará em breve, seja por aqueles que têm a legitimidade para defender os interesses dos jurisdicionados irresignados, seja pela aprovação em um exame que tem mais refletido o espírito de um concurso.

Assim seja.

9 de dezembro de 2009

Ainda farei Justiça...

Era previsível, mas a esperança que todo ser traz consigo para tornar menor a dor da derrota me acompanhava como se fosse meu último amigo...

Será que o meu recurso foi apreciado? Não sei. Só sei que quase dois meses de sofrimento culminaram em uma maior dor: a sensação de injustiça, de arbitrariedade, dos tempos da ditadura, dos tempos da idade média...

Entender o porquê de sustentar o que notadamente apresentava-se como instável não me traria benefícios neste momento, mas afirmo que as coisas não podem permanecer assim. Sinceramente precisam de um basta!

Basta as inverdades sustentadas para que o "respeito" à instituições, as quais preferem destroçar a vida de muitos cidadãos, reflita de maneira incólume uma imagem irretocável.

O segundo round perdi por pontos... Entro para o terceiro embate, agora bem mais armado que o meu adversário, acreditando na justiça que somente poderá ser materializada pelo Juiz.

Assim seja.


Para você

Desde de 25/10/2009 venho passando por momentos de inconstância... Tenho lá meus motivos, mas não há nada maior para que temporariamente o mal-estar desapareça que o carinho, a atenção e a vontade de integrar-se aos meus problemas demonstrados por minha esposa.


Faz tempo que nada escrevo a ela... Não por falta de conteúdo, mas por saber que ela não precisa das palavras escritas para ter a certeza de meu amor e admiração, pois, diuturnamente, faço questão de ressaltar o quanto é valiosa, amada e estimada em meu viver.


Olho para trás e percebo que desde a sua chegada em minha vida só prosperei. Refiro-me em todos os sentidos! Isso só me faz notar o quanto ela faz bem, veio pra ficar e mudou a direção de meu norte que, à epoca de nosso encontro, sinalizava outra direção.


Sou e estou feliz por tê-la ao meu lado. Isso é indiscutível! Por isso, afirmo nada ter a reclamar, ainda que, por vezes, os gênios leoninos se manifestem e deixem aquele ar de descompasso, a paz retorna na mesma velocidade que aparecem os conflitos, os quais tornam-nos mais experientes e sábios para lidar com futuros contratempos.


É lindo vê-la se predispondo a discutir assuntos que faz questão de aprender somente para elevar a sua asa protetora sobre mim. Sua inteligência é emblemática, a qual, muitas das vezes, me dá nó e me força a buscar uma melhor argumentação para determinadas inquirições.


Mais belo ainda é perceber o seu lado doce de mulher incentivando-me a acreditar em algo que os indícios demonstram não vingar.


Maravilhoso é perceber que o diamante bruto com o qual me defrontei há cerca de 03 anos cada vez mais se lapida e reluz intensamente, destacando o seu verdadeiro valor.


Lindo é poder viver ao seu lado, por isso, não preciso de muitas palavras para dizer que TE AMO e, sobretudo, que não vejo mais o meu futuro sem que a sua presença não seja algo essencial.

7 de dezembro de 2009

Ainda acredito!

Ainda acredito na possibilidade da vitória.
Que seja concretizado esse sonho!