31 de agosto de 2006


SEJA BEM-VINDA LINDA SOBRINHA LARA.
Antes de mais nada, é importante frisar e ressaltar que não sou tio de primeira viagem, porém jamais poderia deixar passar em branco esse instante sem um registro textual para que futuramente a própria LARA possa ler e constatar o quanto foi majestosa e alegre a sua chegada ao mundo.
Vinha acompanhando a chegada de minha sobrinha Lara ansiosíssimo. A diferença de idade entre a mais nova dos LOPES (Lara) e de minha outra sobrinha (Sarah) é de 11 anos. Desde a notícia da gravidez de minha irmã criei uma grande espectativa por sua chegada. Assevero que essa sensação não foi programada, surgiu naturalmente ou, quem sabe, até mesmo como uma forma de redenção. Como assim redenção? É porque quando a minha primeira sobrinha nasceu eu tinha 16 anos e devido a minha imaturidade não dei tanta significância àquele momento na vida de todos de minha família, sobretudo, para meus pais que se tornaram avós com a sua chegada. Enfim, acredito que por ter revisado o que fiz e por saber que poderia ter dado e feito mais, cheguei a conclusão que não fui um tio como deveria ser nos primeiros anos de vida de minha hoje linda, grande e adolescente Sarah e minha vontade de não errar novamente é grande.
Esperávamos (todas as famílias) por sua chegada dia-a-dia. Acompanhamentos médicos eram feitos rotineiramente, sobretudo ao final da gravidez, para se constatar a normalidade do bebê e da mamãe no processo de gestação. Completados os 09 meses, ficamos na expectativa de a qualquer momento ter de levar a novamente mamãe ao hospital. Os dias foram passando e nada da princesa se manisfestar para vir ao mundo. A ansiedade e a preocupação já andavam paralelamente e rondavam as nossas cabeças quando de forma inesperada, devido a elevação da pressão arterial da mamãe, não se teve mais dúvida de trazê-la ao mundo "cesarianamente".
Quem lê esse texto pode até pensar que eu estava bem próximo, na sala de cirurgia, observando, caducando, babando... Porém, estava mesmo era trabalhando. Quem acompanhou bem de perto foi a novamente vovó Inez (não perdeu a oportunidade de ficar na sala de cirurgia) ao passo que o vovô Lopes estava em uma viagem de negócios.
Por mais que tenha sido esperada, programada e planejada a sua chegada, inesperadamente ela veio. Às 16:30h, com seus 49 cm de altura e pesando 3,960 Kg, em plena saúde e carregando a característica peculiar da família (rolicinha) veio trazer mais alegria a todos.
Amada sobrinha, almejo que possa sempre acompanhá-la nesse caminhar maravilhoso que é a vida. Sua missão ainda é difícil identificar, mas saiba que foi bem visível a alegria que trouxe a todos nós.
Beijo do tio!

30 de agosto de 2006

CADA UM DEMONSTRA O SEU TAMANHO

Ontem, li um e-mail de título "O tamanho das pessoas". Incrível a sensação que tive com as palavras nele contido. A cada slide que passava, percebia que ali estava grande parte do que gostaria de ter escrito, além da transmitir uma essência verdadeira. Leia-o:

Os tamanhos variam conforme o grau de envolvimento. Uma pessoa é enorme para você, quando fala do que leu e viveu, quando trata você com carinho e respeito, quando olha nos olhos e sorri destravado. É pequena para você quando só pensa em si mesma, quando se comporta de uma maneira pouco gentil, quando fracassa justamente no momento em que teria que demonstrar o que há de mais importante entre duas pessoas: a AMIZADE, o RESPEITO, o CARINHO, o ZELO e até mesmo o AMOR.

Uma pessoa é gigante para você quando se interessa pela sua vida, quando busca alternativas para o seu crescimento, quando sonha junto com você. É pequena quando desvia o assunto.

Uma pessoa é grande quando perdoa, quando compreende, quando se coloca no lugar do outro, quando age não de acordo com que esperam dela, mas de acordo que espera de si mesma. Uma pessoa é pequena quando se deixa reger por comportamentos clichês.

Uma mesma pessoa pode apresentar grandeza e miudeza dentro de um relacionamento, pode crescer ou decrescer num espaço de poucas semanas.

Uma decepção pode diminuir o tamanho de um amor que parecia ser grande. Uma ausência pode aumentar o tamanho de um amor que parecia ser ínfimo.

É difícil conviver com essa elasticidade: as pessoas se agigantam e se encolhem aos nossos olhos. Nosso julgamento é feito não através de centímentros e metros, mas de ações e reações, de expectativas e frustrações.

Uma pessoa é única ao estender a mão, e ao recolhê-la inesperadamente, se torna mais uma. O egoísmo unifica os insignificantes. Não é a altura , nem o peso, nem os músculos que tornam uma pessoa grande É A SUA SENSIBILIDADE, SEM TAMANHO.

**************************************************************************************

A fonte do e-mail cita Willian Shakespeare como autor, mas não sei se é verdade. Enfim, sendo ele o autor ou não, o que me levou a transpor todo o texto foi o quanto é "fácil" conquistarmos as pessoas e fazemos com que se torne impossível.

Hoje não escrevi nada, pois diante de tamanha sensibilidade preferi ficar só admirando.

28 de agosto de 2006

*******************************************************


RECEIO DE SER FELIZ? FOI SIM.

Estava sentado à beira da praia, sentindo e curtindo o vento bater em meu rosto, observando e analisando as belezas do mar, quando deparei-me com o receio de se entregar a alguém misturado aos raios poentes do astro rei involuntariamente refletidos na vasta área marítima. Sem nexo? Sim, pois pôr-do-sol combina com amor, paixão, entrega... Naquele momento, o receio de dá uma chance à felicidade deveria passar a milhões de quilômetros, já que os casais enamorados que me circundavam ratificavam o quanto é bom estar amando. E eu lá, sozinho, pensativo e procurando possíveis razões para obstar algo que florecia naturalmente. Tolo!

Assemelhado ao "rabo de arraia" de um capoeirista, peguei uma rasteira surpreendente que não tive tempo de pular para me esquivar de tal sentimento. Mesmo sentindo-me preparado e na defesa, fui surpreendido pela frente com uma "baianada" jamais vista em tatames de jiu jitsu. Ao chão, recobrei a memória, reestruturei-me e "fechei a guarda" na esperança de reverter a situação. No entanto, a exímia técnica difundida pela adversária, embasada na paciência, compreensão e carinho, culminou numa "chave de braço" perfeita que foi capaz de abrir portas que pretendiam ficar fechadas por um bom tempo

Ainda que estivesse procurando razões plausíveis para justificar o natural, todas as justicafivas tornavam-se evasivas naquele momento. Não adiantava remar contra a correnteza. Tinha mesmo era que deixar me levar, pois a direção indicava a um bom caminho. Era visível a incapacidade de reabilitação. Na verdade parecia que estava buscando ficar desabilitado ao passo que mais uma vez a Providência Divina me enviava as técnicas, os aparelhos e os medicamentos necessários para sarar o meu mal.

Meio abstrato, meio óbvio, meio desconexo, meio ilógico... Sim, é assim mesmo que caminho atualmente. Não corro em direção contrária do vento, ainda que seja refrescante e prazeroso. Melhor é estar a favor dele, gozando de sua leveza e expansão. O receio da felicidade é natural e torna-se autodefesa naqueles que têm muito a dar e, devido aos equívocos e contratempos de outrora, perderam a credibilidade na comunhão. Bom mesmo é quando surge alguém descompromissadamente e da forma mais natural possível para nos mostrar que o passado só deve está no presente quando for positivo e cooperador para um futuro melhor.


Receio de ser feliz sim, mas Deus sabe muito bem a hora de tudo nos dar e de tudo nos retirar.


******************************************************************************************








21 de agosto de 2006

15 de agosto: uma data especial.

Há dias que são especiais e isso não podemos hesitar em admitir. Parece que tudo conspira para o atingimento da perfeição e a petrificação da felicidade. Dia 15 passado foi um dia desses em minha vida. Aliás, é de praxe o dia 15 de agosto ser um dia inesquecível.

Respeito a opinião daqueles que vêem o dia de seu aniversário como uma data normal, comum, inexpressiva, que ficam inertes e passivos quanto à comemoração da data que lhes foram dada no ano.

Diversamente desse tipo de visão, não permuto os carinhos, as atenções, o prestígio, as surpresas, os presentes, as presenças, as comidas, as bebidas, as ligações telefônicas, as telemensagens, os torpedos... Enfim, tudo que recebo de familiares, amigos, colegas e conhecidos, desde quando o relógio chega à 0h do dia 15 e vai até à 0h do dia 16, por nada.

Amanheci carregado de energia positiva, pois a surpresa de cinema que me foi feita após à 0h demonstrava que o dia prometia. A minha sensação não foi equivocada... Ligações a todo instante de pessoas amigas, conhecidas e daquelas que não esperava lembrar da data, torpedos punham o celular para vibrar, scraps inquantificáveis no Orkut... Como é bom viu? Chegou uma hora do dia que lembrei da passagem do livro "A última grande lição": "[...] o que é necessário para se conquistar um ser humano? Não muito, basta lhe dar carinho e atenção desmedida e descompromissadamente."

Na hora do almoço, apreciei uma saborosa comida, juntamente com alguns amigos, em um local muito aprazível. Histórias e estórias foram contadas à mesa e o semblante que imperava no rosto de cada um era o de riso e de alegria. Depois de algum tempo, como o habitual, alguns tomaram suas direções, já que as obrigações os chamavam e, por fim, seguimos a nossa.

À noite, nada de aula, somente uma singela confraternização ofertada pelos amigos. Ainda que o destino tenha tentado arruinar o que se pretendia fazer, nada foi capaz de modificar o meu objetivo naquele instante. Muita comida, cerveja, refrigerante... Bolo? Huuum! pra quem gosta estava maravilhoso, sem esquecer de citar os espetinhos - demorados, mas gostosos.

Enfim, não há data tão especial para mim do que a do meu aniversário. Nela, sinto que minha passagem na Terra faz sentido, pois não consigo acreditar que alguém seja capaz de aglutinar um número significante de pessoas sem que cultive boas sementes e nobre obras. Agradeço a Deus, a meus pais e familiares, além de amigos por me ofertarem um 15 de agosto tão maravilho quanto os dos anos passados.

*****************************************************************************

18 de agosto de 2006

Como é bom livrar-se de um fardo que é carregado há um bom tempo... Melhor ainda quando observamos que esse descarte alivia o peso suportado pelas pernas no caminhar de quem o carregava e, assim, inicia-se a corrida para a conquista de uma maratona. A vida tem dessas coisas...

A alegria de ver renascer no íntimo de uma pessoa a sua figura extrovertida e divertida, a qual encontrava-se ofuscada e adormecida por situações extras e menores, permite-nos vislumbrar o quanto nos deixamos abater por situações que surgem com o intento de nos engrandecer. Paradoxal? Sim, e, por vezes, esta contradição só é visualizada quando despertamos de um sono profundo e recobramos a memória de nosso eu ao ainda acreditarmos e pensarmos estar andando a dois.

Diálogo é algo essencial em qualquer situação, sobretudo, quando sentimos que as ocorrências permanecem inacabadas. Não expressar e guardar o que se sente, de alegria ou de tristeza, é adiar para um momento futuro e incerto o que possivelmente poderia se sentir hoje de felicidade ou dor. Será que isso é válido? Entendo que não. A política de omissão ou do "vamos deixar que o tempo resolve" possui uma lâmina bilateral e grossa afiadíssima; quando menos esperamos somos cortados profundamente e, com isso, a cicatrização se torna demasiadamente retardada devido ao organismo não estar preparado. Entendo que o melhor a fazer é expor os sentimentos de uma forma que nos sintamos bem e não machuquemos ninguém.

É habitual regozijar-me com as vitórias de meus amigos e não poderia me sentir melhor ao saber que você suplantou uma etapa de sua vida com o impulso reflexivo das palavras proferidas por minha boca. Enquanto perceber que minhas palavras - por vezes duras, mas eficazes - contribuem de uma forma positiva na vida daqueles que me procuram para um simples bate-papo ou mesmo uma conversa das mais sérias, não hesitarei de pronunciá-las.

Felicidade só é real quando sabemos a razão pela qual estamos vivendo esse brilhante momento. Por mais que, às vezes, seja célere ou efêmera a sensação de estar feliz, acredito que além de a buscarmos devemos entendê-la em seu âmago.

************************************************************

GOSTO SE DISCUTE? SIM, MAS NADA MELHOR DO QUE RESPEITAR AS DIVERGÊNCIAS.

Os meus gostos musicais fogem à normalidade daquilo que alguns lêem de mim. Já ouvi cada comentário tipo: "você é inteligente!", "seus óculos dão um ar de intelectual!", "você é um dicionário ambulante"... Mas, questiono-me: como uma pessoa teoricamente "culta" aos olhos dos outros pode não saber uma letra ou melodia do Chico Buarque, por exemplo, ícone e referência da MPB? Entendo que essa resposta está mais ligada a preferência de ritmo do que literalmente a qualidade de compositor. Como assim? Vou explicar...
Amo música de verdade. Esse amor é tamanho que me sinto um músico frustrado por não ter conseguido atingir o que objetivava quando me considerava um artista. Contudo, sigo ouvindo os mais diversos tipos musicais com o intento de observar inovações, algo peculiar de artistas. Desde cedo ouço mestre Lua (Luiz Gonzaga). Fazíamos viagens semestrais à Fortaleza e só tocava esse grande artista no carro. Fui crescendo ouvindo o ritmo contagiante do forró (coisa de cearense mesmo) associado àquela linguagem simples, matuta, retratando fidedignamente o que o sertanejo nordestino passa de alegria e, sobretudo, de sofrimento. O primeiro contato musical não poderia ter sido um dos melhores.
Passados alguns anos aprendi a tocar violão; hoje é uma paixão que sempre procuro em momentos que exigem reflexão. Começei tentando imitar a banda que fazia mais sucesso na época: Raça Negra. Pagode? Isso mesmo. Adorova tocar e cantar aquelas músicas que falavam de amor. Aliás, adoro cantar músicas que sejam capazes de transmitir o amor; desde o mais discreto até o mais depravado. Fazer o quê né? Pois bem, me sentia "o artista" quando um grupo de amigos formava-se para que eu ficasse cantando e tocando. Sabe como é músico iniciante né? Quer mostrar pra todos que já está "tocando muito". Assim fui seguindo no mundo musical.
À medida que o tempo foi passando fui conquistando um espaço nesse universo fascinante. Formei um grupo de pagode, toquei na noite, em festas particulares... Entretanto, tive que abandonar esse barco vascilante (mas muito prazeroso) e partir para uma ilha segura. Deixei muitas coisas lá, mas outras ainda existem dentro de mim.
Músico jamais deixa de ser músico, isso é fato! A criticidade é algo peculiar de quem entende de música. Mesmo aquele que não tem tanta experiência é capaz de identificar acordes equivocados, compassos que estão descompassados e "falcetes" inesperados. Acho que estou misturando as coisas... Vou voltar a escrever sobre o que me propus.
Escrevo esse texto por observar PRECONCEITO de algumas pessoas (geralmente aquelas que tem uma gosto preferencial por um gênero musical e acabam descartando todos os outros restantes) quanto a gostos populares. Sempre me questionei o seguinte: MPB significa Música Popular Brasileira não é? Então, por esse raciocínio, qualquer gênero musical que seja peculiar do brasil deveria ser considerado como MPB ou estou errado? Entendo dessa forma, mas muitos dizem que gostam de MPB (para mim, alguns dizem isso por uma questão de "status") para se dizerem cultas, entendidas, que apreciam uma boa música... Não posso negar que grande parte das músicas taxadas como MPB têm uma qualidade diferenciada tanto na letra quanto na melodia, mas o pagode, o forró, o brega, o chorinho cantado... Enfim, todos os outros ritmos têm seus admiradores e faço parte da parcela que curte tudo, menos rock pesado, tipo aqueles que somos incapazes de distinguir um acorde ou palavra. Preconceito? Não, é uma questão de não conseguir identificar mesmo.
Traduzir o prazer que a música me traz é algo que somente as pessoas que já me viram tocando são capazes de definir. Tenho ciência de que me transformo ao tocar, ao cantar, ao ouvir e ao dançar uma música. Ultimamente meu estilo preferido é o forró e sei que este não é tão querido por todos. Sei que alguma de suas letras têm sentido dúbio, falam de traição, sofrimento, amor não correspondido, mas o RITMO é contagiante e isso é que busco ao ouvir um forró.
Cada um com seu gosto, porém o respeito é fundamental.

17 de agosto de 2006


Durante uma ligação ela diz: "Sofri muito... Você não sabe o quanto me transformei após passar por duras penas em meus relacionamentos anteriores... Estes me transformaram no que sou hoje. Me sinto fechada, zangada, inexpressiva... Totalmente diferente daquela mulher que eu era".

Do outro lado ele ouve toda a exposição e, observando o intenso elo que ela ainda mantém com seu passado, tenta amenizar: "As dificuldades sempre aparecem para nos testar e nos tornar pessoas melhores. Devemos aprender, mesmo sabendo que a dor é horrível, a lidar com as situações que surgem e buscar o lado positivo. Se no passado as pessoas não foram capazes de valorizar o que era e, inconcientemente você conseguiu ser aquilo que eles pretendiam, faça renascer a mulher que hoje está dominada e outrora era feliz".

************************************************************************************************

Esses tipos de diálogos acontecem habitualmente... É visível a fragilidade das pessoas (não excluo ninguém) no âmbito sentimental. O que deveria ser um ciclo intenso e gostoso de ser vivido pelos seres ao se apaixonarem (deveria ser a regra para início de uma relação) acaba sendo destruidor e penoso para aqueles que utilizam esse ciclo com o único fim de seu bel prazer.
Egoísmo? Talvez, mas interpreto o sofrimento que as pessoas se permitem sentir em ciclos amorosos como uma questão de falta de observância para si próprio. Vejo que muitas pessoas não se conhecem, não sabem o querem ao juntar-se com alguém, deixam as coisas acontecerem sem antes observar tudo em sua volta, sobretudo, o que a pessoa ao seu lado tem para oferecer.
Gosto de falar sobre sentimento, pois sinto-me bem desvendando, por vezes, o misterioso universo do sentir. Contudo, não consigo me sentir tranquilo ao observar a anulação de um ser para satisfazer a vontade do outro. Em relacionamentos devem existir sim concessão, mas essa ação é totalmente diversa de anulação.
Convivência é troca, busca de entendimento, aperfeiçoamento mútuo, compreensão ao extremo... Jamais uma situação que permita a anulação até de personalidade de um ser. Até a próxima!