VOAR É SEMPRE BOM.
Igualmente a um pássaro, que durante uma grande jornada ficou engaiolado e conseguiu libertar-se das barreiras impeditivas, vou batendo as minhas asas fortemente por ares que outrora planava tranquilo. A sensação de reconquistar o espaço no qual temos a consciência de ser perito é fascinante, sobretudo, quando se tem apoio e se sente estar bem psicologicamente.
Constatei que não existem óbices maiores para o desligamento de coisas nocivas, seja do pretérito, seja do presente, do que as limitações que nossos pensamentos impõem sobre nosso eu. Culpas, omissões, medos, frustrações, rancores, decepções... Devemos frequentemente realizar o 5S interno e deixar nossa cabeça limpa e organizada para a próxima cena de nossa vida. Quebrar os elos das algemas que bloqueiam a marcha rumo ao progresso e ao bem-estar é mais do que uma iniciativa de coragem é uma questão de atitude, autopreservação e sobrevivência.
Ontem, assisti um filme chamado Quase deuses. Havia um bom tempo que não assistia uma história com tantas mensagens positivas e capaz de retratar o que ocorre no cotidiano e, por vezes, fazemos questão de colocar vendas. Um misto de preconceito e enfrentamento, superação e oportunidade, humildade e arrogância, gratidão e ingratidão, cansaço e persistência... Muitas lições nobres foram por mim assimiladas. O bom mesmo é conseguir colocá-las em prática.
A energia e a motivação recebidas após o término da película foram tão robustas que prontamente busquei “alçar vôo novamente”. Mas em quê? Parafraseando uma amiga "a maioria das pessoas é tão feliz quanto decide ser" e lembrando de um e-mail, sinto que somos hoje fruto de nossas decisões. Nada de interpretação dogmática, pois acredito na relatividade, porém não há como negar a predominância das coisas.
Voando estou. Pareço uma ave que observou a sua capacidade de locomoção e “brinca” com grande habilidade. Voar faz bem, principalmente quando estamos nos sentido completos tanto psicologicamente quanto emocionalmente. Haja aeroporto para mim agora.
Constatei que não existem óbices maiores para o desligamento de coisas nocivas, seja do pretérito, seja do presente, do que as limitações que nossos pensamentos impõem sobre nosso eu. Culpas, omissões, medos, frustrações, rancores, decepções... Devemos frequentemente realizar o 5S interno e deixar nossa cabeça limpa e organizada para a próxima cena de nossa vida. Quebrar os elos das algemas que bloqueiam a marcha rumo ao progresso e ao bem-estar é mais do que uma iniciativa de coragem é uma questão de atitude, autopreservação e sobrevivência.
Ontem, assisti um filme chamado Quase deuses. Havia um bom tempo que não assistia uma história com tantas mensagens positivas e capaz de retratar o que ocorre no cotidiano e, por vezes, fazemos questão de colocar vendas. Um misto de preconceito e enfrentamento, superação e oportunidade, humildade e arrogância, gratidão e ingratidão, cansaço e persistência... Muitas lições nobres foram por mim assimiladas. O bom mesmo é conseguir colocá-las em prática.
A energia e a motivação recebidas após o término da película foram tão robustas que prontamente busquei “alçar vôo novamente”. Mas em quê? Parafraseando uma amiga "a maioria das pessoas é tão feliz quanto decide ser" e lembrando de um e-mail, sinto que somos hoje fruto de nossas decisões. Nada de interpretação dogmática, pois acredito na relatividade, porém não há como negar a predominância das coisas.
Voando estou. Pareço uma ave que observou a sua capacidade de locomoção e “brinca” com grande habilidade. Voar faz bem, principalmente quando estamos nos sentido completos tanto psicologicamente quanto emocionalmente. Haja aeroporto para mim agora.
Um comentário:
Eu tbm vi esse filme, amei!!! Mto emocionante, chorei qdo ele recebeu o quadro...
xero
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