As coisas boas que surgem inesperadamente em nossas vidas, comumente, trazem um brilho intenso, porém fugaz. A vida é aprender, e se você quer evoluir como ser humano procure, encontre, aposte e sustente uma relação a dois.
É bem verdade que, com o passar do tempo, as coisas vão se arrefecendo e, assim sendo, é imprescindível a habilidade que ambos devem ter para manter estáveis o carinho, a harmonia, o respeito, a cumplicidade, a coesão, a relativa individualidade, o diálogo, a compreensão, o desejo, o tesão e, sobretudo, o amor, sentimento ímpar e estimulante das relações bem sucedidas que, à medida da evolução conjugal, transformasse em vínculo mais espiritual que carnal.
Quem é que não gosta de sentir aquela vontade e urgência de descoberta que envolve o princípio das relações; de inventar ligações e criar programas repentinamente só no intuito de estar perto daquela pessoa que nos faz bem; de propor e praticar aventuras amorosas que se eternizam; de saber que o mundo pode desabar e, pelo menos, uma pessoa estará lá para nos confortar; de sentir-se um rei ou rainha após um longo diálogo afetuoso ou um simples abraço carinhoso quando nos sentimos e estamos péssimos; de sentir num singelo olhar a admiração, o carinho, a devoção e a tranquilidade de quem nos quer bem; de beijar por um bom tempo e perceber os traços leves e doces dos lábios do parceiro (a); de aproximar-se do nariz do outro e regozijar-se ao perceber que aquele é o cheiro natural de seu (sua) amado (a); de planejar viagens, passeios culturais e desbravadores, os quais, simultaneamente, acabam motivando a satisfação da lascívia desmedida de quem se ama; de sentir a paz no abraço caloroso; de observar ligação e intimidade quando as peles se juntam, se tocam; de projetar o contento de hoje para o futuro gerando frutos que darão seguimento ao que se aprendeu, ao que se construiu e ao que se pretende perpetuar... Quem é que não gosta? Quem é?
Etapas, sensações e instantes exclusivos e peculiares que acabam por se tornar presentes na vida de quem busca uma vida conjugada. Contudo, num relacionamento, as coisas não são unicamente compostas de satisfação e prazer. O convívio vai evidenciando opiniões e pontos de vista diversos daqueles que se entendem ser os ideais no íntimo de cada um. As diferenças se fazem flagrantes, a necessidade de adequação é inequívoca, compelindo aos enamorados a assumir conduta mais tênue, cordata e hábil para tratar e contornar os inevitáveis embates que, geralmente, induzem ao fortalecimento ou à falência da união. Sensibilidade, compreensão, ação, carinho e um diálogo franco são alguns dos itens básicos para a dissolução dos infortúnios casuais.
Relacionamento é assim: prazer quase sempre inesquecível versus incumbência de adequação quase sempre inatingível. Torna-se complexo qualquer laço afetivo quando a responsabilidade de apaziguar as situações controvertidas do cotidiano recai, exclusivamente, sobre as costas de um dos parceiros. Essa “responsabilidade” deve ser repartida, pois obstáculos sempre surgirão à frente do casal e, por isso, nada mais justo que a divisão para o acontecimento da multiplicação. O seguinte exemplo deixa claro o exposto: na vida, o casal, preferencialmente, deve caminhar junto, paripasso, cada um carregando uma vassoura para limpar o lixo que certamente aparecerá na marcha afetiva. Com o aparecimento das sujeiras, aquele que se acha mais apto para limpá-la deve dar o primeiro passo para servir de exemplo, cumprir o seu papel e jogá-la para o seu lado. Assim procedendo, com o passar do tempo e os dois dividindo as sujeiras para ambos os lados, observar-se-á que as sujeiras de outrora transformaram-se em barreiras protetoras para o trilhar tranquilo do casal. Todavia, nem sempre as pessoas estão dispostas a partilhar esse serviço e, enquanto um dos parceiros se esforça em varrer para o seu lado as sujeiras, criando assim uma barreira de proteção para o amado, o outro o deixa desprotegido e, assim, acaba por “sujar” tudo.
O aprendizado foi maravilhoso, as divisões igualmente, os embates foram edificantes, os auxílios Providenciais, as alegrias arquivadas, as tristezas compartilhadas, os planos abortados... Nada foi em vão e tudo teve seu significado, pois justo é viver em paz e injusto é viver em guerra sozinho. Que a harmonia e o entendimento sejam predominantes em todos que buscam ou estejam numa união, pois pensar individualizado e estar sozinho pode ser bom, mas pensar compartilhado e estar a dois é bem melhor. Felicidade!
É bem verdade que, com o passar do tempo, as coisas vão se arrefecendo e, assim sendo, é imprescindível a habilidade que ambos devem ter para manter estáveis o carinho, a harmonia, o respeito, a cumplicidade, a coesão, a relativa individualidade, o diálogo, a compreensão, o desejo, o tesão e, sobretudo, o amor, sentimento ímpar e estimulante das relações bem sucedidas que, à medida da evolução conjugal, transformasse em vínculo mais espiritual que carnal.
Quem é que não gosta de sentir aquela vontade e urgência de descoberta que envolve o princípio das relações; de inventar ligações e criar programas repentinamente só no intuito de estar perto daquela pessoa que nos faz bem; de propor e praticar aventuras amorosas que se eternizam; de saber que o mundo pode desabar e, pelo menos, uma pessoa estará lá para nos confortar; de sentir-se um rei ou rainha após um longo diálogo afetuoso ou um simples abraço carinhoso quando nos sentimos e estamos péssimos; de sentir num singelo olhar a admiração, o carinho, a devoção e a tranquilidade de quem nos quer bem; de beijar por um bom tempo e perceber os traços leves e doces dos lábios do parceiro (a); de aproximar-se do nariz do outro e regozijar-se ao perceber que aquele é o cheiro natural de seu (sua) amado (a); de planejar viagens, passeios culturais e desbravadores, os quais, simultaneamente, acabam motivando a satisfação da lascívia desmedida de quem se ama; de sentir a paz no abraço caloroso; de observar ligação e intimidade quando as peles se juntam, se tocam; de projetar o contento de hoje para o futuro gerando frutos que darão seguimento ao que se aprendeu, ao que se construiu e ao que se pretende perpetuar... Quem é que não gosta? Quem é?
Etapas, sensações e instantes exclusivos e peculiares que acabam por se tornar presentes na vida de quem busca uma vida conjugada. Contudo, num relacionamento, as coisas não são unicamente compostas de satisfação e prazer. O convívio vai evidenciando opiniões e pontos de vista diversos daqueles que se entendem ser os ideais no íntimo de cada um. As diferenças se fazem flagrantes, a necessidade de adequação é inequívoca, compelindo aos enamorados a assumir conduta mais tênue, cordata e hábil para tratar e contornar os inevitáveis embates que, geralmente, induzem ao fortalecimento ou à falência da união. Sensibilidade, compreensão, ação, carinho e um diálogo franco são alguns dos itens básicos para a dissolução dos infortúnios casuais.
Relacionamento é assim: prazer quase sempre inesquecível versus incumbência de adequação quase sempre inatingível. Torna-se complexo qualquer laço afetivo quando a responsabilidade de apaziguar as situações controvertidas do cotidiano recai, exclusivamente, sobre as costas de um dos parceiros. Essa “responsabilidade” deve ser repartida, pois obstáculos sempre surgirão à frente do casal e, por isso, nada mais justo que a divisão para o acontecimento da multiplicação. O seguinte exemplo deixa claro o exposto: na vida, o casal, preferencialmente, deve caminhar junto, paripasso, cada um carregando uma vassoura para limpar o lixo que certamente aparecerá na marcha afetiva. Com o aparecimento das sujeiras, aquele que se acha mais apto para limpá-la deve dar o primeiro passo para servir de exemplo, cumprir o seu papel e jogá-la para o seu lado. Assim procedendo, com o passar do tempo e os dois dividindo as sujeiras para ambos os lados, observar-se-á que as sujeiras de outrora transformaram-se em barreiras protetoras para o trilhar tranquilo do casal. Todavia, nem sempre as pessoas estão dispostas a partilhar esse serviço e, enquanto um dos parceiros se esforça em varrer para o seu lado as sujeiras, criando assim uma barreira de proteção para o amado, o outro o deixa desprotegido e, assim, acaba por “sujar” tudo.
O aprendizado foi maravilhoso, as divisões igualmente, os embates foram edificantes, os auxílios Providenciais, as alegrias arquivadas, as tristezas compartilhadas, os planos abortados... Nada foi em vão e tudo teve seu significado, pois justo é viver em paz e injusto é viver em guerra sozinho. Que a harmonia e o entendimento sejam predominantes em todos que buscam ou estejam numa união, pois pensar individualizado e estar sozinho pode ser bom, mas pensar compartilhado e estar a dois é bem melhor. Felicidade!
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